sábado, 4 de agosto de 2018
Obras
Arayr Ferrari transforma ideias em formas como se estivesse empunhando um instrumento de corte cirúrgico. Cubos, retângulos, quadrados, círculos e cilindros. Um olhar “cubista” que monta e desmonta blocos de madeira, imprimindo nelas a arbitrariedade e o desejo demiúrgico que modela a matéria lhe dando vida. Apesar de evocar a concretude das formas geométricas, como se procurasse as profundidades das coisas, as três obras aqui apresentadas ocupam polos díspares: da materialidade sólida da madeira à fluidez onírica das ideias.
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